Eu me chamo Saudade, disse ele com a voz docemente suave

Levo esperança e amor pelas calçadas da vida me dê sua mão

Normaluz
Poetisa

Era tarde! Eu o vi deitado na calçada irregular e suja, muito suja. Um ser vivente ali a repousar.
Parecia dormir ou estará morto? Não, não está morto ele ronca. Ronca alto. Respira com dificuldade, está vivo! Porque repousa aí na calçada suja me perguntei?
Talvez esteja cansado da vida que leva. Talvez sonhasse que a mãe o embalava.
Estava tranquilo num sono, profundo. Fazia frio. Não tinha cobertor, lençol ou travesseiro.
Estava ali quem sabe bem distante do seu paradeiro. Era de boa aparência, não estava sujo.
A roupa parecia de marca. Camisa lilás calça um pouco mais clara que combinava. Sapatos surrados mais limpos.
Será que passou mal e caiu sem querer. Parece que não. Ou de desgosto talvez quisesse morrer?
Fiquei parada olhando…Olhando e ouvindo ele roncar. Meu Deus que sono pesado… Descontraído ele está. Parece cansado, bem relaxado, semblante tranquilo.
Não parece doente, não parece mendigo. Não parece que é pobre, até parece nobre.
Fiquei ali parada alguns instantes na dúvida do que fazer, Olhando aquele ser, admirando sua elegância e beleza. Será que o acordo, será que o desperto, ofereço ajuda talvez ou um café?Ele foi despertando parecia saber que eu estava ali a admirá-lo. Foi se mexendo, espreguiçando, como se estivesse em uma cama confortável. Abriu os olhos azuis e com um sorriso simpático perguntou:Precisa de alguma coisa moça bonita, que bons ventos a traz aqui, diga-me por favor?
Não respondi. Saí devagar como cheguei fugindo de seus olhos azuis. Ele se levantou com elegância e perguntou: qual seu nome moça bonita?
Eu me chamo Saudade disse ele com voz doce e suave. Levo esperança e amor pelas calçadas da vida me dê sua mão e com um toque suave como mágica docemente acordei. “Eu me chamo Saudade disse ele com voz doce e suave. Levo esperança e amor pelas calçadas da vida me dê sua mão e com um toque suave como mágica docemente acordei”

“Sua formação em Direito é uma compreensão das questões legais e sociais”

Sua vida pública é guiada pelo compromisso com a justiça social e o bem-estar da comunidade. Ela busca constantemente promover mudanças significativas para aqueles que representa.

“Permitindo uma atuação eficaz na defesa dos direitos e da justiça”

Antônia é membro da Confraria dos Bibliófilos da Paraíba. Ela destaca que valoriza a racionalidade em um mundo onde as redes sociais frequentemente influenciam comportamentos; assim, mantém suas convicções firmes, utilizando as ferramentas modernas sem se deixar moldar por elas.

Não respondi. Saí devagar como cheguei fugindo de seus olhos azuis. Ele se levantou com elegância e perguntou: qual seu nome moça bonita?

“Além disso, contribuiu para a edição especial da revista Conexão”

Na área do Direito, é autora do livro “Paternidade Socioafetiva: Reflexão sobre a lei e seus efeitos”. Sua formação em Direito oferece uma compreensão aprofundada das questões legais e sociais, permitindo uma atuação eficaz na defesa dos direitos e da justiça.
Também é colunista no portal MaisPB e participou das antologias “Ah, o Verão – poesia em quatro estações”, publicada pela Lura Editorial, e “Tributo à Cora Coralina”, promovida pela LITERARTE – Associação Internacional de Escritores e Artistas, Nordeste em Letras e Prêmio Nordeste de Literatura, Editora Mágico de Oz, estando entre as 50 colaboradoras da revista “Mulheres Fortalezas”, com um depoimento sobre sua vida, que foi lançada em Portugal em dezembro/2024 e no Brasil em janeiro/2025. Além disso, contribuiu para a edição especial da revista Conexão “Mulheres que Inspiram Mulheres”, que foi lançada na cidade de João Pessoa e distribuída em toda a Paraíba, em novembro de 2024, destacando mulheres que lutaram pelos seus sonhos e se tornaram referências em suas áreas.
A sua história é caracterizada também por coragem, determinação e uma busca incessante por conhecimento — elementos fundamentais que definem uma mulher disposta a enfrentar os desafios que surgem em seu caminho. Antônia Claudino é a primeira mulher paraibana a ter um busto de bronze no Museu de Arte Jurandy Marciel localizado no Centro Histórico da capital paraibana, com destaque numa galeria em que estão Ariano Suassuna, Augusto do Anjos, Luiz Gonzaga e outros.

Antônia Claudino
(escritora)

Também é colunista no portal MaisPB e participou das antologias “Ah, o Verão – poesia em quatro estações”, publicada pela Lura Editorial, e “Tributo à Cora Coralina”, promovida pela LITERARTE – Associação Internacional de Escritores e Artistas, Nordeste em Letras e Prêmio Nordeste de Literatura, Editora Mágico de Oz, estando entre as 50 colaboradoras da revista “Mulheres Fortalezas”, com um depoimento sobre sua vida, que foi lançada em Portugal em dezembro/2024 e no Brasil em janeiro/2025

Antônia Claudino (escritora)

Também é colunista no portal MaisPB e participou das antologias “Ah, o Verão – poesia em quatro estações”, publicada pela Lura Editorial, e “Tributo à Cora Coralina”, promovida pela LITERARTE – Associação Internacional de Escritores e Artistas, Nordeste em Letras e Prêmio Nordeste de Literatura, Editora Mágico de Oz, estando entre as 50 colaboradoras da revista “Mulheres Fortalezas”, com um depoimento sobre sua vida, que foi lançada em Portugal em dezembro/2024 e no Brasil em janeiro/2025.

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